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Caminho Central de Santiago 2014

por daraopedal, em 27.07.14

Regressei uma vez mais a Santiago de Compostela de bicicleta.

Passados 8 anos desde a primeira vez que fui, voltei a percorrer o caminho central. O que mais gosto é da descoberta de novos caminhos, mas esta nova investida trazia uma novidade: a descoberta do novo troço alternativo, que desvia da penosa zona industrial de Porriño. Também havia um desafio físico pela distância e dificuldade da primeira etapa. Contudo, houve também uma outra forma de ver o caminho, pois acabei por apreciar muito mais o percurso. A primeira vez que me meti por este caminho, a minha preparação foi insuficiente. Desta vez, muitos quilómetros depois e com mais experiência nestas andanças, acabei por "redescobrir" este caminho, apreciando detalhes que me tinham passado ao lado.

O percurso foi feito em três etapas:

1º dia - Porto a Valença do Minho - 129 km

2º dia - Valença do Minho a Caldas de Reis - 82 km

3º dia - Caldas de Reis a Santiago de Compostela - 46 km

Desta vez, não me vou alongar muito com as descrições, e prefiro deixar que as imagens falem por si.

 

1ª etapa - Porto a Valença do Minho - 129 km

Vista sobre o Porto a partir da Sé.

Destino: Santiago!

Passagem junto à igreja da Nossa Senhora do Carmo das Carmelitas.

Entrada da Maia junto à ponte do metro.

Ponte de D. Zameiro sobre o rio Ave.

Outra perspetiva da mesma ponte.

Igreja românica de S. Pedro de Rates.

Interior da igreja de S. Pedro de Rates

Chegada a Barcelos, com passagem sobre o rio Cávado.

Junto ao templo do Senhor do Bom Jesus durante as festividades locais.

Passagem sobre a linha do Minho.

Por vezes o caminho é mesmo duro.

Passagem pela ponte das Tábuas, um local idílico que convidava mesmo a banhos.

Alameda de plátanos na entrada de Ponte de Lima.

Rio Lima e a sua ponte medieval.

Passando a ponte sobre o rio Lima.

Single-track logo depois de abandonar a zona da capela do anjo da guarda.

Dupla travessia sobre o rio da Labruja.

Início da subida da serra a Labruja.

E sobe...

Cruz dos Franceses na Serra da Labruja.

A minha velhinha Trek de regresso a este local.

Continuação da subida. O piso está bem durinho.

Em cima da ponte medieval sobre o rio Coura.

Igreja de S. Bento da Porta aberta antes de uma descida fantástica.

Estatística do final do dia 1

Estatística do final do dia 1

Estatística do final do dia 1

Travessia da ponte internacional de Valença.

Frente à Catedral de Tui.

Pelas ruelas do "casco" velho de Tui.

Passando pelo túnel das Clarissas.

Junto à ponte romana sobre o rio Louro por onde passava a via romana XIX.

Ponte das Febres.

Ponte das febres noutra perspectiva.

Travessias arriscadas.

Este é o local onde se inicia o novo traçado alternativo à passagem pela zona industrial do Porriño (na localidade de Orbenlle, às coordenadas N 42º 06.132 W 008º 38.004, na subida virar no caminho à esquerda).

São bem visíveis os sinais de vandalismo no painel informativo. Varias setas amarelas foram apagadas e colocaram outras indicando de novo para a horrível zona industrial. Estes atos de vandalismo foram feito por aquele que fazem do caminho um negócio e que preferem sujeitar os peregrinos a esse calvário para não perder a fonte de rendimento que representam os peregrinos. Atitudes destas são de lamentar...

Aspeto do traçado alternativo. Todo este trilho é muito mais agradável, com travessias de pontes e rios e muita verdura.

Aspeto do traçado alternativo. Todo este trilho é muito mais agradável, com travessias de pontes e rios e muita verdura.

Passagem pelo velódromo municipal de Porriño.

Centro de Porriño depois de ter evitado o calvário da ZI.

Início da subida junto à Igreja de Mos.

Depois da longa subida, um local a assinalar o caminho.

Em Redondela, junto ao albergue local.

Travessia da serra de Sotoxuste, com vista para a ria de Vigo.

Passagem na ponte medieval de Pontesampaio.

Soy el duende del Camino.

Travessia do rio Ulló.

Pontevedra junto à Igreja da Virxen Peregrina.

Ponte do Burgo.

É obrigatório ir até Santiago.

Passagem junto à linha de alta velocidade local.

A beleza dos bosques galegos.

Chegada a Caldas de Reis.

Igreja de Caldas de Reis.

Estatística do final do dia 2

Estatística do final do dia 2

Estatística do final do dia 2

Igreja de Santa Mariña de Carracedo.

Boas viagens

Início do fantástico trilho da descida de Valgas - a melhor parte do caminho para BTT.

Chegada a Padrón.

Igreja de Padrón.

Dentro da igreja, encontramos o padrão de pedra que dá nome à localidade, onde a barca que transportava o corpo do apóstolo Santiago teria sido amarrada.

Deu para conhecer uma figura do caminho, que ainda não conhecia: o Pepe de Padrón.

O seu pequeno recanto frente à igreja de Padrón - O Don Pepe - é um verdadeiro templo do peregrino.

A simpatia e boa disposição deste senhor é fantástica e, para quem não conhece, vale a pena parar no Don Pepe e receber o abraço retemperador deste carismático senhor.

Uma parede toda coberta de vieiras, como as que são usadas pelos peregrinos.

Santiago de Compostela finalmente à vista.

Estatística do final do dia 3

Estatística do final do dia 3

Estatística do final do dia 3

Finalmente alcançamos o destino.

Catedral de Santiago.

Ficam aqui algumas fotos de mais uma peregrinação.

 

Boas pedaladas

daraopedal

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publicado às 14:45



O relato das minhas aventuras pelos Caminhos de Santiago

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